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O inverno está chegando e, com ele, as pessoas tendem a se aglomerar em espaços fechados. Por isso, nessa época do ano é comum o aumento nos casos de doenças infectocontagiosas. É o caso, por exemplo, da conjuntivite, nome dado à inflamação da conjuntiva, membrana mucosa que recobre e protege a parte branca do olho.
Existem dois tipos da doença, a viral e a bacteriana, sendo a viral a mais perigosa. As duas são transmitidas pelo contato: a pessoa infectada coça o olho e encosta em maçanetas, telefones ou qualquer objeto de uso compartilhado. Outra pessoa que encostar na superfície contaminada e levar a mão aos olhos estará sujeita a se contaminar.
“Por isso a importância de não colocar as mãos nos olhos sem antes fazer higiene das mesmas”, disse a oftalmologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Dra. Renata Rabelo.
Os sintomas da doença são olhos avermelhados e irritados com presença de secreção. O período médio da doença é de até 15 dias. Renata explica que o tratamento “deve ser feito de acordo com o tipo da conjuntivite, e somente o especialista pode avaliar e indicar o melhor tratamento para o paciente”.
Algumas medidas podem ser tomadas para amenizar os efeitos da doença. Lavar os olhos constantemente com água morna ajuda a eliminar a secreção. Essa medida deve ser intercalada com compressas de água gelada para diminuir a irritação dos olhos. Já o uso de colírios é fundamental para mantê-los lubrificados.
E, claro, é importante lavar as mãos em períodos regulares para evitar contagiar outras pessoas, além de não compartilhar objetos como fronhas de travesseiros e toalhas de rosto durante a infecção.

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